Como eu tenho falado apenas de Leela, Leela e mais Leela nos últimos tempos, nada mais adequado do que falar do meu primeiro ídolo de todos. Nem tanto hoje em dia, mas inevitavelmente o primeiro. A primeira. A matriz. Não quero falar exatamente do ídolo em si, mas da idéia desta que me acompanha até hoje.
Avril Lavigne Whibley (foto), que assim como eu nunca foi muito chegada aos estudos, nunca se daria ao trabalho de estudar as maravilhas da Língua Portuguesa. Se ela soubesse como é difícil, do jeito que nós sabemos e muito bem, não recomendaríamos tal desafio a uma popstar, ainda por cima loira. Por outro lado, eu nem acredito que cor do cabelo faz alguma diferença. Outra pergunta: quem não gosta de estudar é necessariamente burro?
Eu, modéstia a parte, não sou burro. Posso não ser inteligente, mas reconheço minha capacidade intelectual. Nunca a usei como deveria, pois só tenho inteligência para o que me interessa, logo, só tenho inteligência para o que não presta. Logo, sou um fútil bem informado em minhas futilidades.
Acho que, pelo menos nesse ponto, meu primeiro ídolo e eu temos muito em comum. Certa vez, ela foi extremamente criticada por dizer que as pessoas só estudam para conseguir um emprego. Antes de tudo, ela foi criticada por ter dito tal coisa apenas por se tratar de uma popstar, e ainda por cima loira. Se fosse uma cantora mais cult ou um rockstar da vida, tal frase seria palavra intelectual.
Vamos lá: você acha que a escola serviu para muito mais do que formar sua individualidade, capacidade de socialização, ou sei-lá-mais-o-quê? Lógica básica! Você faz o seu segundo grau para depois fazer uma faculdade e ganhar um emprego!
Acho a maior injustiça o fato de que hoje em dia, um adolescente de quinze anos ou menos já tem que ter em mente o que quer seguir como carreira para o resto da vida. Como você pode saber o que quer quando ainda nem é adulto? Infelizmente, essa é uma injustiça inevitável. Eu teria que esperar tal absurdo dos meus filhos, se eu tiver.
Faça cursos, estude direto, para trabalhar e ganhar uma grana que você nem vai aproveitar tanto assim, pois seu trabalho de ótimo salário vai lhe manter ocupado até as férias.
Eu sou preguiçoso por pensar assim?
Em breve, se tudo correr bem, terei que sair do Rio de Janeiro por algum motivo assim. Não sei se estou me contradizendo ao me submeter a isso, mas vou provavelmente ficar a semana toda fora da cidade, ocupado com alguma coisa que vai me dar alguma grana, para nos finais de semana voltar ao Rio, para na segunda-feira, voltar ao "exílio". Que palavra dramática...
Avril Lavigne Whibley (foto), que assim como eu nunca foi muito chegada aos estudos, nunca se daria ao trabalho de estudar as maravilhas da Língua Portuguesa. Se ela soubesse como é difícil, do jeito que nós sabemos e muito bem, não recomendaríamos tal desafio a uma popstar, ainda por cima loira. Por outro lado, eu nem acredito que cor do cabelo faz alguma diferença. Outra pergunta: quem não gosta de estudar é necessariamente burro?
Eu, modéstia a parte, não sou burro. Posso não ser inteligente, mas reconheço minha capacidade intelectual. Nunca a usei como deveria, pois só tenho inteligência para o que me interessa, logo, só tenho inteligência para o que não presta. Logo, sou um fútil bem informado em minhas futilidades.
Acho que, pelo menos nesse ponto, meu primeiro ídolo e eu temos muito em comum. Certa vez, ela foi extremamente criticada por dizer que as pessoas só estudam para conseguir um emprego. Antes de tudo, ela foi criticada por ter dito tal coisa apenas por se tratar de uma popstar, e ainda por cima loira. Se fosse uma cantora mais cult ou um rockstar da vida, tal frase seria palavra intelectual.
Vamos lá: você acha que a escola serviu para muito mais do que formar sua individualidade, capacidade de socialização, ou sei-lá-mais-o-quê? Lógica básica! Você faz o seu segundo grau para depois fazer uma faculdade e ganhar um emprego!
Acho a maior injustiça o fato de que hoje em dia, um adolescente de quinze anos ou menos já tem que ter em mente o que quer seguir como carreira para o resto da vida. Como você pode saber o que quer quando ainda nem é adulto? Infelizmente, essa é uma injustiça inevitável. Eu teria que esperar tal absurdo dos meus filhos, se eu tiver.
Faça cursos, estude direto, para trabalhar e ganhar uma grana que você nem vai aproveitar tanto assim, pois seu trabalho de ótimo salário vai lhe manter ocupado até as férias.
Eu sou preguiçoso por pensar assim?
Em breve, se tudo correr bem, terei que sair do Rio de Janeiro por algum motivo assim. Não sei se estou me contradizendo ao me submeter a isso, mas vou provavelmente ficar a semana toda fora da cidade, ocupado com alguma coisa que vai me dar alguma grana, para nos finais de semana voltar ao Rio, para na segunda-feira, voltar ao "exílio". Que palavra dramática...
